Rua Rosário Danin, entre 2º de Qluz e Juvenal Cordeiro.



A Casa Preta é um espaço que gira em torno do trabalho com ancestralidade, comunicação e contemporaneidade pela formação, circulação, inserção e difusão de saberes, práticas e tradições de matrizes africanas que se firmam como movimentos de resistência negra na busca por identificação e pertencimento a uma sociologia da pele e a uma ética coletiva implicada na alteridade como prática de si. Foi ocupado em julho de 2008 ainda como residência do Anderson Ferreira, mais conhecido como Dom Perna, que durante três anos fez parte de um coletivo de Djs da cidade chamado Black Esfera, grupo que fazia festa preta em Belém no mesmo lugar que se tornaria conhecido depois como Casa Preta. Isso acontece em 2010, quando Dom Perna sai do grupo e monta uma festa chamada Coletivo Casa Preta que, além de festas, atua na esfera de vários movimentos pretos politizados. Se tornou ainda mais potente com a parceria do grupo de grafiteiros intitulado Cospe Tinta, que juntos realizaram vários mutirões de grafiti. Em sua primeira sede desenvolveu os projetos Bloco Firme, com oficinas de percussão oferecidas de forma gratuita à comunidade, e Sambada do Despacho, com festejos compostos por uma programação cultural voltada para a arte de referência negra e popular do bairro da Terra Firme. Atualmente, com sede no bairro do Outeiro a partir desse ano de 2017, está em processo de construção de novos discursos e práticas em torno desse lugar, diante da proximidade com uma natureza mais primitiva e sua conexão direta com a Terra.

 

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