Este sítio é uma ação de pesquisa que cartografa uma rede de espaços artísticos autopoieticos de Belém do Pará, definidos, aqui, como lugares que firmam uma produção poética com potência política ao ser gerido por artistas, de modo autônomo, por contradispositivos poéticos e de gestão implicados na produção de micropolíticas para cidade, constituídas como práticas de intervenção, formação e experimentação artística. A Rosa de Jericó, figurada como a imagem força desta rede, é uma metáfora dos artistas no movimento de gerir espaços, num contexto poético-político, por condutas que comportam uma potência de vida similar a dessa planta do deserto.
Rosa de Jerico

Espaços dos Artistas

   

Albúm Máquina de Guerra

Quando as ruas de Belém queimam
   
A chave é um símbolo de mudança que carrega um duplo sentido: o de fechamento e abertura. Ela é o acesso do que está por trás de uma porta, um cofre ou qualquer outra coisa que contenha fechadura. No mito Cristão, São Pedro utiliza as chaves para abrir as portas do Paraíso. Os brasões do vaticano e do Papa, por exemplo, são simbolizados com duas chaves cruzadas para representar a ligação entre o céu e a terra. Na mitologia romana, Janus, Deus do princípio e do fim, carrega uma chave na mão esquerda com a missão de guiar as almas e indicá-las os caminhos de entrada e saída. Na mitologia grega, a deusa Hécate, símbolo do lado negro da lua e guardiã da porta, segura a chave de Hades composta por bifurcações que podem conduzir a várias direções.
Espaços do Poder Publico